Como é que as viagens moldaram o seu trabalho?
Viajar tornou-me um designer prático. Obsessiono-me agora com a praticidade e a eficiência. Também me abriu a mente para novas ideias, novas formas de abordar o processo criativo e expôs-me a pessoas incrivelmente talentosas que são enormemente inspiradoras.
É importante para si que os interiores reflitam a sua localização?
Quero acordar a saber em que país me encontro. Quero que a personalidade de uma região e cultura se refleita no design. Conseguimos isto na Delaire Graff Estate trabalhando com artesãos, criadores e artistas locais, incorporando a sua arte e objectos, e sobrepondo cores e texturas que sentimos representarem a localização. Nunca imitamos ou criamos um tema para um interior. Inspiramo-nos no ambiente e reinterpretamo-lo na visão e ADN do projecto.
O que mais me inspira na África do Sul?
Adoro as texturas. A textura da terra, o toque artesanal na arte e nos trabalhos manuais, a textura na cor… Além disso, há uma qualidade de luz muito especial aqui. Para mim, isso é muito característico da África do Sul.






